JESUS TE CONVIDA A PASSAR UMA HORA ESPECIAL COM ELE

Para ter uma vigília de oração constante diante do Santíssimo, precisamos assegurar-nos que em cada hora haja adoradores.

Para tanto, é necessário que cada pessoa se comprometa a tomar uma determinada hora.

Desta forma, podemos organizar todas as horas da noite, de modo que sempre haja alguém com Jesus.

A sua fé na presença de Jesus lhe ajudará a crer com convicção.

Torne-se você também um adorador (a). Faça uma experiência diante de JESUS EUCARÍSTICO

“VINDE A MIM VÓS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, EU VOS ALIVIAREI” (Mt 11,28).

ALEGRAI-VOS, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

VINDE TODOS E ADOREMOS AO SALVADOR, JESUS SE FAZ PRESENTE NA SAGRADA EUCARISTIA, NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE ESTAR JUNTO A ELE. SEJA VOCÊ TAMBÉM UM ADORADOR DE JESUS CRISTO.

“A EUCARISTIA É O REMÉDIO DA IMORTALIDADE, O ANTÍDOTO CONTRA A MORTE” (Santo Inácio de Antioquia).



“A EUCARISTIA CONSISTE DE DUAS REALIDADES, A TERRENA E A CELESTE. POIS O PÃO QUE É TIRADO DA TERRA, NÃO É MAIS PÃO COMUM, UMA VEZ QUE ELE RECEBEU A INVOCAÇÃO DE DEUS E NÃO SE CORROMPE. PORTANTO, TAMBÉM NOSSOS CORPOS, QUANDO RECEBEM A EUCARISTIA, NÃO SÃO MAIS PASSÍVEIS DE CORRUPÇÃO, MAS POSSUEM A ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO PARA A ETERNIDADE”. (Santo Irineu, sec.II).

sábado, 28 de novembro de 2009

SANTO ANDRÉ APÓSTOLO - 30 DE NOVEMBRO.

André no início foi discípulo de João Batista até que se aproximou de Jesus. O chamado de André é assim narrado nos Evangelhos: João viu Jesus aproximar-se e disse: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. É este de quem eu disse: depois de mim vem alguém que passou adiante de mim, porque existia antes de mim. Eu não o conhecia, mas se vim batizar com água, é para que ele se torne conhecido em Israel”. E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer do céu em forma de pomba e permanecer sobre ele. Eu não o conhecia, mas quem me enviou para batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires descer o Espírito e permanecer, esse é que batiza no Espírito Santo’. Eu vi e dou testemunho de que este é o Filho de Deus”. (Jo 1, 29-34).
No dia seguinte, João se achava lá de novo, com dois de seus discípulos. Ao ver Jesus que passava, disse “Eis o cordeiro de Deus” Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: “Que procurais?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?” Disse-lhes Jesus: “Vinde e vede”. Então eles Foram, e viram onde morava e permaneceram com ele aquele dia. Era à hora décima aproximadamente. (Jo 1, 35-39).
André, o irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram a Jesus. Ao encontrar seu irmão, André lhe diz: “Nós encontramos o Messias, que é o Cristo” (Jo 1, 41). E levou-o a Jesus, que olhando-o disse: “Tu és Simão, filho de Jonas, doravante chamar-te-ás Cefas” (que quer dizer Pedra).
Ouvindo estas palavras deixaram de seguir João Batista para acompanhar o próprio Cristo.
Este é, segundo a narrativa de São João, o primeiro encontro de André com Jesus. André e Pedro, contudo, não ficaram definitivamente com o Divino Mestre, mas voltaram às suas ocupações de pescadores. Dias depois, Jesus, passando pela praia do Lago de Tiberíades, pelas bandas de Cafarnaum, tendo-os encontrado quando lavavam as redes, disse-lhes: “Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens”. Eles, deixando imediatamente as redes, O seguiram (Mt 4,18). Com estas palavras, deu-se o chamado oficial de André como apóstolo junto com seu irmão Pedro.
André é reconhecido pela Liturgia como o "protocleto", ou seja, o primeiro chamado.
Santo André no milagre da multiplicação disse a Jesus: ”Está aqui um menino que tem cinco pães e dois peixes; mas que é isto para tanta gente”. (Jo 6,9).
Podemos observar uma segunda intervenção de André. Havia alguns gentios que desejavam ver Jesus de perto e se aproximaram de Filipe, dizendo: “Senhor, queremos ver Jesus”. Filipe falou com André: e os dois foram falar com Jesus (Jo 12, 21-22).
Conta-nos a Tradição que depois do batismo no Espírito Santo em Pentecostes, Santo André teria ido pregar o Evangelho na região dos mares Cáspio e Negro.
Apóstolo da coragem e alegria Santo André foi fundador das igrejas na Acaia, onde testemunhou Jesus com o seu próprio sangue, já que foi martirizado numa cruz em forma de X no dia 30 de novembro, a qual recebeu do Santo este elogio: “Salve santa Cruz, tão desejada, tão amada”. “Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou”.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - 27 DE NOVEMBRO.


Nossa Senhora já havia aparecido a Catarina Labouré em 18 de Julho de 1830. “No dia 27 de novembro de 1830, que era o sábado anterior ao primeiro domingo do Advento, às cinco e meia da tarde, em Paris França, estava Catarina Labouré fazendo a meditação em profundo silêncio quando pareceu-lhe a Santíssima Virgem na altura do quadro de São José”. Ela tinha os olhos voltados para o céu, e o seu rosto se tornou resplandecente. Seus pés se apoiavam sobre um globo, ou melhor, sobre metade de um globo. De repente, seus dedos se cobriram de anéis, ornados de pedras preciosas, uma mais bela do que a outra algumas maiores e outras menores, que emitiam raios luminosos.

E então começou a se formar ao redor da Santíssima Virgem um quadro um tanto oval, sobre o qual, no alto, numa espécie de semicírculo, da mão direita para a esquerda de Maria se liam estas palavras, escritas com letras de ouro: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

Então ouvi se uma voz que dizia: “Mande cunhar uma medalha conforme este modelo, todas as pessoas que a carregarem, receberão grandes graças, leve-a principalmente no pescoço”. “As graças serão abundantes para as pessoas que a carregarem com confiança”.

No mesmo instante pareceu-me que o quadro virou e eu vi o reverso da medalha. Havia o monogramo de Maria, isto é, a letra “M” com uma cruz em cima e, como base dessa cruz, uma linha grossa, ou seja, a letra “I”, monograma de Jesus. “Sob os dois monogramos havia os Sagrados Corações de Jesus e de Maria, o primeiro rodeado por uma coroa de espinhos e o segundo traspassado por uma espada”.
Interrogada mais tarde se além do globo, ou melhor, além da metade do globo, ela tinha visto outra coisa sob os pés da Virgem, Catarina Labouré respondeu que havia visto uma serpente de cor esverdeada com manchas amarelas.

Nos manuscritos da vidente encontra-se também esta particularidade, que é muito importante. Entre as pedras preciosas havia algumas que não emitiam raios. Enquanto se espantava, ouviu a voz de Maria que dizia: “As pedras preciosas das quais não saem raios são símbolo das graças que não me foram pedidas por esquecimento”.
Em 1832, dois anos após as aparições, o pedido de Maria foi atendido e a Medalha foi cunhada. Uma das primeiras pessoas a recebê-la foi a Irmã Catarina, a qual, logo que a teve entre as mãos, a beijou várias vezes com afeto e disse: “Agora é preciso difundi-la”.

A Medalha, num certo sentido, se propagou por si. As graças e os milagres, obtidos seja em benefício das almas, seja em benefício dos corpos, foram tantos e tão evidentes que, em pouco tempo, a Medalha foi chamada de “milagrosa”.
Catarina Labouré faleceu na França em 31 de Dezembro de 1876 aos setenta anos de idade. Cinqüenta e seis anos após sua morte seu corpo foi encontrado, e continua até hoje, inteiramente incorrupto, na capela das irmãs da caridade em Paris.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO - 21 DE NOVEMBRO


Com a festa de Jesus Cristo Rei do Universo, que foi instituída pelo Papa Pio XI em 1925, celebra-se a conclusão do Ano Litúrgico.
Jesus Cristo é o centro da história da humanidade e da história da salvação Ele é o Alfa e o Ômega o princípio e o fim.
Os quatros evangelhos narram à pergunta que Pôncio Pilatos dirige a Jesus no seu julgamento e condenação: “Tu és o rei dos judeus?”. No evangelho de João, encontramos duas respostas de Jesus à pergunta de Pilatos: uma negativa e outra afirmativa. “Meu reino não é deste mundo. Se meu reino fosse deste mundo, meus súditos teriam combatido para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas meu reino não é daqui” (Jo 18,36). “Eu sou rei. Para isso nasci e para isto vim ao mundo: para dar testemunho da verdade. Quem é da verdade escuta minha voz”. (Jo 18,37).
Jesus não nega que Ele é rei, mas não como os reis da terra. Ele não tem súditos, mas discípulos que o seguem livremente encantados por sua pessoa e por seus ensinamentos. Para Ele reinar é servir e servir é reinar.
Cristo deve ser o rei do seu coração, portanto, não podemos confundir de modo algum, a majestade sublime desse reino, com os reinos existentes na terra.

APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA - 21 DE NOVEMBRO


Em nossa fé celebramos com piedade a memória da apresentação de Nossa Senhora no templo. Ela é o Templo de Deus, a escolhida a Imaculada Conceição. Maria é e será sempre a catedral bela e exuberante do Reino. Quando a veneramos descobrimos também nossa vocação e nossa dignidade humana e o próprio Jesus. Nela exaltamos o Deus da Vida por sua maravilhosa obra de redenção.
O significado desta festa é mostrar Maria como o verdadeiro templo onde Deus se estabelece como fonte de salvação.
Que a Santa Mãe de Deus seja amada e respeitada por todos os cristãos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

ADORAÇÃO E VENERAÇÃO

A Igreja Católica sempre diferenciou marcadamente o culto da latria, ou seja, de adoração, com o culto da dulia, ou veneração.

Entre os dois atos de culto existe uma diferença substancial.
A adoração, que é o ato principal da virtude religiosa, pertence só e exclusivamente a Deus.

A propósito, o Catecismo da Igreja Católica, ao número 2096, assim diz: ”Adorar a Deus, significa reconhece-lo como Deus, como o Criador e o salvador, o Senhor é o Patrão de tudo o que existe, o amor infinito e misericordioso”.

“Somente diante do Senhor Deus te prostrarás, somente Ele adorarás.” diz Jesus citando o Deuteronômio (6,13).

A veneração, que é a forma de culto inferior, dedicada à Virgem Santíssima, aos Santos e às coisas santas, e que difere essencialmente do culto de adoração, encontra a própria justificativa na comunhão dos Santos.

Não chorem, dizia São Domingos, morrendo, aos seus frades, ser-lhe-ei mais útil depois da minha morte e os ajudarei com mais eficácia do que podia fazê-lo enquanto em vida”.


A ele faz eco Santa Tereza do Menino Jesus, que escreve: “Passarei o meu céu fazendo o bem na terra”.

De fato, a Igreja, nos seus três estados (militante, purificante e triunfante), constitui em Cristo uma única família, unida na caridade e no louvor da Santíssima Trindade.

Ao Onipotente, ou seja, à Trindade e ao Verbo Encarnado, tributamos o culto de latria.


Aos Santos e à Virgem Mãe de Deus, tributamos, respectivamente, o culto de dulia e de hiperdulia, tendo como motivação a sua única dignidade, a de Mãe de Jesus.

Entre o Criador e a criatura, por excelsa que seja, há sempre um abismo irrecuperável.

A piedade da Igreja Católica, por quanto se refira ao mistério da Eucaristia, se expressa incondicionalmente no culto de latria ou de adoração absoluta.

Santo Agostinho, reunindo a voz unânime da Tradição apostólica e patrística (dos padres da Igreja), escreve: “Ninguém come aquela Carne, sem antes tê-la adorado, assim que não pequemos ao adorá-lo, mas, ao invés, pecamos se não A adorarmos”.

Este culto de adoração tem a própria justificação na convicção da fé segundo a qual, no Sacramento do altar, existe a Presença Real do Filho de Deus que se fez homem, morto, sepultado e ressuscitado para nós.

Esta afirmação achou no Concílio de Trento (1545-1563) a enunciação dogmática expressa em alguns artigos de fé claros e imutáveis:

  • A Eucaristia contém verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, junto com a própria alma e divindade e, por isso, na verdade, o Jesus Cristo presente.
  • Cristo faz-se presente no Sacramento do Altar por meio da conversão de toda substância do vinho no seu Sangue.
  • As espécies do pão e do vinho continuam a existir também depois da consagração.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O MILAGRE DA EUCARISTIA E DA MULA.


Os tempos de Santo Antonio não eram muito diferentes de hoje em dia, o povo tinha muita religiosidade, mas ia atrás de qualquer um que lhe falasse de Deus, não tendo noção se estava certo ou errado o que lhe falavam. Por isso frei Antonio não poupava esforços para orientar as pessoas.
Um dia, frei Antonio encontrava-se em Rímini, cidade da Itália, pregando em uma praça, quando um herege chamado Bonvillo quis desafiá-lo publicamente, fazendo brincadeiras das palavras do frade, sobre a presença real de Jesus na Sagrada Eucaristia. Bonvillo dizia que frei Antonio falava bobagens, inventava mentiras, enganava o povo e que jamais acreditaria que Deus pudesse estar presente em um pedaço de pão.
De nada adiantava os argumentos de frei Antonio sobre a Bíblia Sagrada acerca da Santa Ceia. A um certo ponto Bonvillo resolveu lançar um desafio dizendo: - Ó frade Antonio, vou deixar minha mula três dias sem comer o seu alimento preferido, o cheiroso feno do campo. E vós, ó frade podeis trazer diante dela o que dizeis ser alimento dos cristãos, na qual, vós dizeis estar presente o Senhor Jesus. – E digo mais, se a mula se ajoelhar diante daquilo que vós chamais Santíssimo Sacramento, eu também me ajoelharei.
E com voz firme e segura, Antonio aceitou o desafio.
Três dias depois, no horário combinado, a praça já estava toda tomada por uma imensa multidão. Um hino eucarístico começou a ser ouvido na catedral em frente à praça. Frei Antonio liturgicamente vestido traz consigo um lindo ostensório em cujo centro brilhava a hóstia sagrada. Sobre um altar preparado no centro da praça, frei Antonio coloca o Santíssimo Sacramento e de joelhos o adora.
Não demorou muito e lá veio gritando e empurrando sua pobre mula, o fanático Bonvillo. Trazia nas costas um saco cheio de feno. Chegando ao altar espalhou ao lado o feno cheiroso, enquanto frei Antonio permanecia em oração. Quando Bonvillo soltou a mula, não acreditou em que estava vendo, ela não se movia do lado de frei Antonio. Em vão começou a empurrá-la para o lado do feno, batia-lhe com o chicote, mas tudo era inútil. Frei Antonio levanta-se, vai ao altar e começa a abençoar a multidão que se ajoelha. Naquele mesmo instante, como se estivesse acompanhando o povo cheio de fé, a mula dobra reverente as duas patas dianteiras. Único em pé, lá estava Bonvillo.Mas a graça lhe tocou o coração. Cheio de lágrimas, também ele dobrou os joelhos e exclamou comovido para a multidão.
BENDITO LOUVADO SEJA O SANTÍSSIMO SACRAMENTO!
E fez-se cristão. Cristão católico. (O mensageiro de Santo Antonio 1999).

sexta-feira, 24 de julho de 2009

ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.


Durante a última ceia, Jesus transformou o pão e o vinho no seu próprio corpo e sangue. Ao mesmo tempo mandou os seus Apóstolos repetirem a mesma ação sagrada no futuro. “Fazei isto em minha memória”.

Uma vez que o pão e o vinho se tenham transformado em seu corpo e sangue, Ele se faz presente na Sagrada Eucaristia, não somente durante a Santa Missa, mas enquanto as hóstias consagradas na Missa continuarem mantendo as aparências de pão.

Na igreja primitiva, a adoração a Jesus Eucarístico se praticava apenas dentro da Missa. A devoção ao Santíssimo Sacramento como se conhece atualmente, desenvolveu-se lenta e gradualmente.

Os cristãos demoraram algum tempo para perceberem o tesouro que tinham na Eucaristia. Somente no século XII é que se iniciou o costume de se reservar a Sagrada Eucaristia para a adoração dos cristãos fora da Missa. A partir daí, a devoção ao Santíssimo Sacramento desenvolveu-se rapidamente.

A partir do momento em que se começou a estender a devoção Sagrada Eucaristia fora da Missa, algumas práticas se tornaram universais: a festa de Corpus Christi, a exposição e benção com o Santíssimo Sacramento e a devoção das Quarentas Horas.

A festa de Corpus Christi, do Corpo de Cristo, originou-se na diocese de Liege, na Bélgica, no ano de 1246 e dezoito anos mais tarde o Papa Urbano IV estendeu-se a toda a igreja. Esta festa é celebrada sempre na quinta feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade.

A benção do Santíssimo Sacramento foi introduzida gradualmente a partir da festa de Corpus Christi. Tornou-se costume expor o Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis, e logo se desenvolveu o costume de os presentes serem abençoados pelo sacerdote com o Santíssimo Sacramento. É a benção do próprio Jesus na Sagrada Eucaristia. O rito da benção tal como conhecemos, remonta ao século XIV.

A devoção das Quarentas Horas foi iniciada em Milão, no século XVI. Consiste de 40 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento exposto, em referência às 40 horas em que o corpo de Jesus permaneceu no sepulcro.

Verdadeiramente para todos nós isso é um mistério de fé. Não estão mais ali apenas pão e vinho, porque Jesus Cristo nos afirmou ao instituir a Eucaristia: “isto é o meu corpo”, “isto é o meu sangue”.