JESUS TE CONVIDA A PASSAR UMA HORA ESPECIAL COM ELE

Para ter uma vigília de oração constante diante do Santíssimo, precisamos assegurar-nos que em cada hora haja adoradores.

Para tanto, é necessário que cada pessoa se comprometa a tomar uma determinada hora.

Desta forma, podemos organizar todas as horas da noite, de modo que sempre haja alguém com Jesus.

A sua fé na presença de Jesus lhe ajudará a crer com convicção.

Torne-se você também um adorador (a). Faça uma experiência diante de JESUS EUCARÍSTICO

“VINDE A MIM VÓS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, EU VOS ALIVIAREI” (Mt 11,28).

ALEGRAI-VOS, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

VINDE TODOS E ADOREMOS AO SALVADOR, JESUS SE FAZ PRESENTE NA SAGRADA EUCARISTIA, NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE ESTAR JUNTO A ELE. SEJA VOCÊ TAMBÉM UM ADORADOR DE JESUS CRISTO.

“A EUCARISTIA É O REMÉDIO DA IMORTALIDADE, O ANTÍDOTO CONTRA A MORTE” (Santo Inácio de Antioquia).



“A EUCARISTIA CONSISTE DE DUAS REALIDADES, A TERRENA E A CELESTE. POIS O PÃO QUE É TIRADO DA TERRA, NÃO É MAIS PÃO COMUM, UMA VEZ QUE ELE RECEBEU A INVOCAÇÃO DE DEUS E NÃO SE CORROMPE. PORTANTO, TAMBÉM NOSSOS CORPOS, QUANDO RECEBEM A EUCARISTIA, NÃO SÃO MAIS PASSÍVEIS DE CORRUPÇÃO, MAS POSSUEM A ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO PARA A ETERNIDADE”. (Santo Irineu, sec.II).

terça-feira, 3 de agosto de 2010

AGOSTO MÊS VOCACIONAL.

Vocação vem do latim vocare, que significa chamado.

Todos nós ao nascermos temos um chamado, uma missão a executar perante o projeto de Deus, este chamado é que denominamos vocação. Fomos criados por Deus a sua imagem e semelhança, Ele nos conhece e nos chama pelo nome.

Quando descobrimos qual é a nossa verdadeira vocação, nossa vida passa a ser de grande importância e de muito valor.

A vocação fundamental é a de que todos somos chamados à vida. “Toda a vida é vocação. Desde o nascimento se doa a todos, em princípio, um conjunto de aptidões e qualidades que tem a tendência de frutificar mais e mais, ou seja: seu pleno desenvolvimento; fruto este ao mesmo tempo, da educação que proporciona o ambiente e o esforço pessoal, permitindo a cada um orientar-se a um destino ou horizonte que lhe propõe o criador.” Papa Paulo VI.
Vocação Sacerdotal: Desde que Jesus confiou a São Pedro o cuidado e pastoreio do rebanho, representa na igreja o ministério ordenado. A origem desta vocação está no seguimento de Jesus e no seu chamado aos apóstolos a quem confiou a missão de evangelizar. Ao padre compete a ser sinal da unidade de todo o povo de Deus contribuindo para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária.

Vocação para a vida em família: A vocação do casal de construir uma família é dizer sim ao projeto de Deus, é dar continuidade à família de Nazaré, é abraçar a responsabilidade de caminhar junto com o mesmo ideal, é compartilhar os bons e maus momentos. A família cresce e permanece unida, quando existe nela o diálogo, o respeito, a humildade, a fé, a oração e, sobretudo o amor que permite aos membros da família se doar uns aos outros sem limites.
Vocação para a vida consagrada: “Em primeiro lugar, a vocação é formada por dois elementos: A chamada de Deus e a resposta de cada um de nós. Quando nos referimos a vocação à vida consagrada, significa a entrega total ao serviço de Deus, da igreja e da humanidade com uma disponibilidade plena se desligando dos projetos pessoais para abraçar os projetos do próprio Deus com toda a nossa liberdade.” Frei Sebastião.

Vocação leiga: “A vocação identifica e distingue o ser humano, dando a ele a possibilidade de assumir a dignidade de filho de Deus. Ela é um dom de Deus que vai ao encontro de uma resposta do homem. Sem esta resposta a proposta de Deus não se transforma em projeto de vida. Deus sempre distribui o dom da vocação às pessoas que estão trabalhando, que estão envolvidas com a realidade concreta da vida do dia a dia nas suas comunidades.” Pe. Clemilson IMPK.
Cada cristão responde ao chamado do Pai de acordo com os dons e carismas recebidos do Senhor, assim sendo, a vocação é a forma concreta que permite a cada batizado, de dar a sua contribuição para a construção do reino de Deus.

domingo, 25 de julho de 2010

SÃO JOAQUIM E SANT´ANA - 26 DE JULHO DIA DOS AVÓS.


Com alegria a Igreja celebra em 26 de julho a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant'Ana, os avós materno de Jesus.

Em hebraico, Ana exprime "graça" e Joaquim equivale a "Javé prepara ou fortalece".

Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant'Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora.

A tradição diz que Joaquim e Ana casaram-se jovens. Como não tivessem filhos durante muitos anos Joaquim era publicamente debochado, não ter filhos era considerado na época uma punição de Deus, por isto viviam tristes e humilhados.

Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida.

Nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam, que em hebraico significa "Senhora da Luz", passado para o latim como Maria. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus.

O culto desses dois santos desenvolveu-se no oriente a partir do século VI, e no ocidente no século VII. No século XVI foi introduzida sua festa no calendário litúrgico.

Ambos são comemorados no dia 26 de julho.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

SÃO TIAGO - 25 DE JULHO.


Tiago, também chamado o Maior, filho de Zebedeu, juntamente com o seu irmão João, foi um dos doze apóstolos de Jesus. Caminhando junto ao mar da Galiléia, Jesus chamou primeiramente Simão (Pedro) e André.

Pouco mais adiante encontrou Tiago e João que consertavam as redes. Antes de chamá-los, Jesus demonstrou seu domínio da natureza, enchendo de peixes suas redes. Pedro, André, Tiago e João não apenas foram os primeiros chamados, como os de maiores destaques nos evangelhos.

Tiago foi morto por Herodes, por volta do ano 44. Entre os apóstolos ele é o primeiro mártir. Testemunhou muitos fatos dos evangelhos, como a ressurreição da filha de Jairo (Mt 5,37) e a transfiguração de Jesus (Mt 17,1).

Segundo uma tradição, Tiago levou a palavra de Jesus até a Espanha e com dificuldades em seu apostolado, nossa Senhora lhe aparece carregada por anjos, e posta de pé sobre uma coluna pede que seja construída naquele local, uma capela, onde Deus fará prodígios admiráveis a quem implorar o seu socorro, e nunca faltará a esta terra honra a Jesus Cristo.

Por este episódio, Nossa Senhora é venerada com o título de Nossa Senhora do pilar e Tiago como o patrono desse país, que supostamente estaria enterrado em Santiago de Compostela, local que se tornou grande foco de peregrinação.

SÃO CRISTÓVÃO - 25 DE JULHO.


A Santa Igreja celebra no dia 25 de Julho a festa de São Cristóvão, considerado o protetor dos motoristas e dos viajantes. Esta data é comemorada em muitos locais do país, com muita festa e procissão de motoristas.

Pouco se sabe sobre a história do patrono dos motoristas e dos viajantes. Seu nome, “Cristóvão” em grego “Cristophoros”, significa “aquele que carrega Cristo”. É provável que ele tenha nascido na região da Síria, tenha sofrido o martírio no século III e seu culto se espalhado por todo o mundo por volta do século V .

De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandeza. Ele queria servir ao maior rei do mundo. Veio a saber que o maior rei do mundo era Nosso Senhor.

Um eremita mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor. São Cristóvão resolveu trocar a sua mania de grandeza pelo serviço aos semelhantes.

Valendo-se da imensa força de que era dotado, pôs-se a atravessar pessoas de uma margem a outra de um rio. Uma noite, entretanto, um menino pediu-lhe que o transportasse à outra margem do rio.

À medida em que avançavam rio adentro, o menino pesava cada vez mais às suas costas, como se fosse o peso do mundo inteiro. Diante de seu espanto, o menino lhe disse: "Tiveste às costas mais que o mundo inteiro. Transportaste o Criador de todas as coisas. Sou Jesus, aquele a quem serves".

Por isso São Cristóvão é invocado por todos antes de fazerem uma jornada. Em algumas cidades é costume os motoristas levarem seus veículos para serem bentos no dia 25 de julho na igreja de São Cristóvão.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

NOSSA SENHORA DO CARMO - 16 DE JULHO.


Conta à história de um livro muito antigo da ordem, que comenta a visão de Elias mostrando a Virgem dirigindo-se ao Monte Carmelo em forma de uma nuvem que saia da terra. Os monges, no ano 93 da era cristã construíram no Carmelo uma capela à Virgem.

No século 13, os monges foram expulsos do Carmelo pelos sarracenos a partir de então, se espalharam pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Divulgaram a sua devoção a Nossa Senhora do Carmo.

Em 16 de Julho de 1251, o primeiro superior da Ordem, São Simão Stock, á noite pedia a Nossa Senhora que desse um sinal de sua proteção a Ordem do Carmo. A Virgem Maria lhe aparece, acompanhada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da Ordem, e lhe diz: “Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo”. Vem daí a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo.

O Papa Pio XII recomendou essa devoção que entende o escapulário como uma veste Mariana, símbolo da proteção da Mãe de Deus.

A devoção a Nossa Senhora do Carmo é muito antiga e espalhada por todo o mundo. Sua festa é comemorada em 16 de Julho.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

SANTA PAULINA - 9 DE JULHO

A Santa Igreja comemora no dia 9 de Julho a festa da primeira santa brasileira, Santa Paulina.

Amábile Lúcia Visintainer, hoje Santa Madre Paulina, nasceu aos 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, Província de Trento, Itália.

Em setembro de 1875, a família emigrou para o Brasil, no Estado de Santa Catarina, no atual município de Nova Trento.

Amábile, depois da primeira comunhão, recebida mais ou menos aos 12 anos, começou a participar no apostolado paroquial: Catecismo aos pequenos, visitas aos Doentes e limpeza da Capela.

No dia 12 de julho de 1890, junto com a amiga Virgínia Rosa Nicolodi, Amábile acolheu uma doente de câncer em fase terminal, dando início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, aprovada pelo Bispo de Curitiba, Dom José de Camargo Barros, aos 25 de agosto de 1895.

Em dezembro de 1895, Amábile e as duas primeiras companheiras Virgínia e Teresa Anna Maule fizeram os votos religiosos; e Amábile recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. A santidade e a vida apostólica de Madre Paulina e de suas Irmãs atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam.

Em 1903, Madre Paulina foi eleita Superiora Geral por toda a vida pelas Irmãs da nascente congregação. Deixou Nova Trento e estabeleceu-se em São Paulo, no Bairro Ipiranga, atendendo crianças órfãs, filhos dos ex-escravos e dos escravos idosos e abandonados.
Em 1909, foi deposta do cargo de Superiora Geral pelo Arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva, e enviada a trabalhar com os doentes da Santa Casa e os velhinhos do Asilo São Vicente de Paulo em Bragança Paulista, sem poder nunca mais ocupar algum cargo na sua Congregação.

Foram anos marcados pela oração, pelo trabalho e pelo sofrimento: tudo feito e aceito para que a Congregação das Irmãzinhas fosse adiante e “Nosso Senhor fosse conhecido, amado e adorado por todos em todo o mundo”.

Em 1918, com o consentimento de Dom Duarte, foi chamada pela Superiora Geral, Madre Vicência Teodora, sua sucessora, à “Casa Madre” no Ipiranga, e aí permaneceu até a morte, numa vida retirada, tecida de oração e assistência às Irmãs doentes.

Como “Venerada Madre Fundadora” foi colocada em destaque por ocasião do Decreto de Louvor concedido pela Santa Sé à Congregação das Irmãzinhas aos 19 de maio de 1933 e na celebração do cinqüentenário da fundação, aos 12 de julho de 1940, quando Madre Paulina fez o seu testamento espiritual: “Sede bem humildes, confiai sempre e muito na Divina Providência; nunca, jamais, desanimeis, embora venham ventos contrários. Novamente vos digo: confiai em Deus e em Maria Imaculada; permanecei firmes e adiante!”.

A partir de 1938, Madre Paulina começou a acusar graves distúrbios porque estava doente de diabetes. Após duas cirurgias, nas quais sofreu amputação do dedo médio e depois do braço direito, passou os últimos meses vítima da cegueira. Morreu aos 9 de julho de 1942; e suas últimas palavras foram: “seja feita a vontade de Deus”.

A página mais luminosa da santidade e da humildade de Madre Paulina foi escrita pela conduta que teve quando Dom Duarte lhe anunciou a sua deposição: “Se ajoelhou... se humilhou... respondeu que estava prontíssima para entregar a Congregação... se oferecia espontaneamente para servir na Congregação como súdita”.

Terminado o capítulo de agosto de 1909, começava o holocausto doloroso e meritório de Madre Paulina, a quem o Arcebispo de São Paulo decretara: “Viva e morra na Congregação como súdita”. E permaneceu na sombra até a morte, em união com Deus, como declarou ao seu diretor espiritual, Pe. Luiz Maria Rossi, SJ: “a presença de Deus me é tão íntima que me parece impossível perdê-la e esta presença dá à minh‘alma uma alegria que não posso explicar”.

O carisma deixado por Madre Paulina para a sua Congregação se traduz na sensibilidade para perceber os clamores da realidade com suas necessidades e disponibilidade para servir, na Igreja, aos mais necessitados e aos que estão em situação de maior injustiça, com simplicidade, humildade e vida interior. É um servir alimentado por uma espiritualidade eucarístico-marial, pela qual toda a Irmãzinha faz de Jesus-Eucaristia o centro de sua vida alimentada por uma terna devoção à Virgem Imaculada e ao bom Pai São José.

Em 18 de Outubro de 1991 foi beatificada pelo Papa João Paulo II por ocasião da sua visita a Florianópolis. Foi por fim canonizada em 19 de maio de 2002 pelo mesmo Papa, recebendo oficialmente o nome de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.
SANTA MADRE PAULINA, ROGAI POR NÓS.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO - 29 DE JUNHO

A solenidade dos Santos Pedro e Paulo é uma das mais antigas do ano litúrgico e foi introduzida muito antes da festa do Natal.

São Pedro - seu verdadeiro nome era Simão, mas Cristo lhe mudou o nome e o chamou “pedra” para nele realizar o tema da pedra fundamental da Igreja. Simão Pedro é um dos primeiros a testemunhar a Ressurreição, ao encontrar o sepulcro vazio. Quando foi a Roma, Pedro cumpre sua missão de “pedra angular” e “ratifica” esta vocação com seu sangue.


São Paulo – também chamado “O Apóstolo dos gentios” converteu-se ao cristianismo na estrada de Damasco e se tornou o grande missionário do cristianismo. Percorreu a Ásia Menor, atravessou todo o Mediterrâneo em 4 ou 5 viagens. Elaborou a teologia cristã e ao lado dos Evangelhos suas epístolas são fontes de todo pensamento, vida e mística cristãs. Sofreu o martírio em Roma cerca do ano 67.

A igreja de Cristo sempre contou com pessoas decididas a favor do Reino de Deus. Pedro e Paulo edificaram a Santa Igreja por caminhos diferentes, foram anunciadores destemidos do Evangelho de Jesus Cristo: E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela". (Mt 16,18)

Pedro foi o primeiro apóstolo a fazer milagres em nome do Senhor e o instrumento para trazer o evangelho a todos. Batizando o pagão romano Cornélius, e dando no Consílho de Jerusalém a sua orientação para que a Nova Igreja convertesse a todos e se tornasse universal. (Do grego Katholikos). Esta é a grande mensagem de Pedro: a igreja de Jesus é Católica!

É certo que Pedro morreu em Roma e que seu martírio ocorreu no reinado do Imperador Nero, provavelmente em 64 DC. De acordo com a tradição Pedro foi crucificado de cabeça para baixo porque declarou não ter o mérito de ser morto da mesma maneira que o seu Mestre.

Paulo foi missionário fundador de inúmeras comunidades cristãs. Conhecido como o Apóstolo dos gentios, se converteu quando teve uma experiência com o próprio Jesus quando se caminhava para Damasco em perseguição aos cristãos. (Atos 9,1-19; 22:5-16 e 26,12-18).

Deixado cego por uma luz brilhante, que era o próprio Cristo, foi levado para Damasco e ficou por três dias na escuridão. Sendo batizado por Ananias, a pedido de Jesus, sua visão voltou e Paulo começou a pregar a sua fé com grande habilidade, convicção e persistência.

Um dos mais apaixonados escritores cristãos, Paulo foi aprisionado, espancado, afogado, apedrejado, e finalmente martirizado pela sua fé. Durante as suas jornadas missionárias ele escreveu muitas cartas. Um terço do novo testamento são as suas cartas. Seus admiráveis escritos tiveram um profundo efeito na teologia cristã.

Hoje somos chamados a anunciar a Boa nova de Jesus, com a mesma coragem desses dois discípulos. Não tenhamos medo das adversidades do mundo! Tenhamos sim a certeza da vida e da esperança que brota do Evangelho de Jesus.

Oração

Senhor, Deus Todo-Poderoso, pela intercessão dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, eu vos peço que envieis o Espírito Santo para que me defenda de todos os perigos, me ilumine o entendimento e me leve a conhecer a verdade de Vossa doutrina. Por Nosso Senhor Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo. Amém.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO - 27 DE JUNHO

Pouco se sabe a respeito da autoria artística do quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, apesar de conhecidíssimo pelos católicos do mundo inteiro. Segundo especialistas, há forte indício que o artista seja grego, pois as inscrições estão neste idioma. Esta pintura deve ter sido executada no período compreendido entre os séculos XIII e XIV.

A tradução das quatro letras gregas na parte superior da tela significa “Mãe de Deus”. No quadro, o Menino Jesus, ao colo de Nossa Senhora contempla um dos anjos, que respectivamente seguram nas mãos instrumentos, da paixão e morte do Salvador: lança, vara com a esponja, o cálice com fel, cruz e cravos.

O Menino Jesus, amedrontado com a visão dos arcanjos Miguel e Gabriel segurando os referidos instrumentos, busca socorro no colo seguro da Mãe, já que uma das sandálias lhe resta ao pé esquerdo dependurada só pelo cadarço. Maria o acolhe maternalmente e nos fita com olhar terno, ao mesmo tempo triste, como sinal de apelo à humanidade pelos pecados, causa do sofrimento do seu Filho.

A tradução das letras gregas acima do ombro Menino, significam “Jesus Cristo”. Segundo tradições orientais, o quadro, uma pintura em estilo bizantino, é uma reprodução de uma pintura feita por São Lucas, que além de escritor, era também pintor.

Conta-se que na ilha de Creta, no século XV, havia um quadro da Virgem Maria muito venerado devido aos estupendos milagres que operava. Certo dia, porém, um comerciante, pensando no bom preço que poderia obter por ele, roubou-o e levou-o para Roma.

Durante a travessia do Mediterrâneo, o navio que transportava a preciosa carga foi atingido por terrível tempestade. Os tripulantes, sem saber da presença do quadro, recorreram a Virgem Maria. Logo a tormenta se acalmou, permitindo que a embarcação ancorasse, sendo salva num porto italiano.

Com a morte do comerciante, o quadro ficou de posse de uma mulher. Certo dia, Maria Santíssima, apareceu à filha desta mulher, uma menininha, expressando o desejo de que o quadro fosse venerado na Igreja de São Mateus.

A própria Virgem Maria, foi quem deu à menininha o título “Perpétuo Socorro” e lhe manifestou o desejo de ser invocada com este nome. A menininha contou o fato à sua mãe e esta resolveu seguir o indicado pela Virgem, entregando a imagem aos padres agostinianos, que residiam na Igreja de São Mateus, onde foi exposta à veneração pública, tornando-se centro de peregrinação católica.

No ano de 1866, o Papa Pio IX confiou o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro aos missionários redentoristas, com a incumbência de torná-lo conhecido e amado em todo o mundo e de divulgar a devoção ao Perpétuo Socorro de Maria, cuja festa é celebrada no dia 27 de junho.

SÃO JOSÉMARIA ESCRIVÁ - 26 DE JUNHO.

São Josemaria Escrivá nasceu em Barbastro (Espanha) a 9 de Janeiro de 1902. Foi ordenado sacerdote em Saragoça a 28 de Março de 1925.

No dia 2 de Outubro de 1928, Padre Josemaria Escrivá encontrava-se na casa central dos Padres de S. Vicente de Paulo em Madrid, a fazer um retiro espiritual juntamente com outros sacerdotes da diocese. Ao princípio da manhã, celebrou a Santa Missa. A seguir, regressou ao quarto e começou a reler as notas em que tinha compilando, durante os últimos anos, moções de Deus: inspirações, propósitos da sua oração...

E foi então que viu, com total clareza, a missão de que Deus o incumbia, aquilo pelo qual vinha rezando desde a sua juventude. Usava sempre o verbo ver para se referir àquela inspiração divina do dia 2 de Outubro, essa visão intelectual da vontade divina tal como Deus a queria e como deveria ser ao longo dos séculos.

Que viu? Viu, de modo inefável, pessoas de todas as nações e raças, de todas as culturas e mentalidades que procuram e encontram Deus no meio da vida corrente, na família, no trabalho, no círculo de amigos e conhecidos. Pessoas com ânsia de viver em Cristo, de se deixar transformar por Ele, de lutar pela santidade no meio das suas ocupações habituais no campo, na fábrica, ou no gabinete: em todas as profissões honestas da terra.

Viu multidões aspirando à santidade. Milhares de santos no meio do mundo. Pessoas que se esforçariam por santificar o trabalho, por santificar-se no trabalho e por santificar os outros com o trabalho; que lutariam por cristianizar o seu ambiente com o calor da sua proximidade de Cristo; que seriam, entre parentes e amigos, Cristo que passa. Pessoas com grande empenho por levar a fé e a mensagem cristã a todos os sectores da sociedade.

Viu cristãos correntes que viveriam em plenitude a vocação recebida no batismo. Apóstolos de Cristo, que falariam d’Ele com simplicidade, naturalmente, esforçando-se por levantar Cristo no cume de todas as atividades humanas, vivendo gozosamente a sua participação no sacerdócio de Cristo oferecendo a Deus cada dia o sacrifício santificante da sua própria existência.

Viu um caminho de santidade e de apostolado para servir a Igreja. Tudo aquilo, que ainda nem sequer tinha nome, era Igreja e para a Igreja. A vontade de Deus era muito clara: abrir a pessoas de qualquer idade, estado civil e condição social um novo panorama vocacional no meio da rua, para a sua Igreja, dirigido a pessoas de todas as idades, estados civis e condições sociais. Era um novo horizonte eclesial que prometia frutos abundantes de santidade e de apostolado em toda a terra.

O Padre Josemaria ajoelhou-se, comovido, enquanto repicavam os sinos da igreja próxima de Nossa Senhora dos Anjos, no dia da sua festa. “Tinha vinte e seis anos, graça de Deus e bom humor. E nada mais. E tinha de fazer o Opus Dei”.

Faleceu repentinamente em Roma a 26 de Junho de 1975, quando acabava de olhar com muita devoção para uma imagem de Nossa Senhora que presidia o seu gabinete de trabalho. Nesse momento, o Opus Dei estava espalhado pelos cinco continentes e contava com mais de 60.000 membros de 80 nacionalidades, ao serviço da Igreja.
O Santo Padre João Paulo II canonizou o Fundador do Opus Dei em Roma, a 6 de Outubro de 2002. A sua festa litúrgica celebra-se a 26 de Junho.

O corpo de S. Josemaria Escrivá repousa na igreja prelatícia de Santa Maria da Paz - viale Bruno Buozzi, 75, Roma.

Fonte: Opus Dei.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

SÃO JOÃO BATISTA - 24 DE JUNHO.


O evangelista São Lucas, narra às circunstâncias sobrenaturais que precederam o nascimento do menino João. Segundo São Lucas, João que mais adiante seria mais conhecido como João Batista, nasceu numa cidade do reino de Judá, filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, parenta próxima de Maria, mãe de Jesus Cristo. Isabel, estéril e de idade avançada, viu sua vontade de ter filhos atendida por Deus, quando o anjo Gabriel anunciou a Zacarias que sua esposa lhe daria um filho e que devia se chamar João.

Maria na anunciação feita pelo anjo Gabriel de que Ela seria a Mãe do Messias esperado, também ficou sabendo da gravidez de sua parenta Isabel. Ao tomar conhecimento deste fato, foi ao encontro de Isabel para visitá-la. "Ora quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite?” (Lc 1,41-43). Todas essas circunstâncias realçam o papel que se atribui a João Batista como precursor de Cristo.

A importância do papel de São João Batista reside no fato de ter sido o "precursor" de Cristo, a voz que clamava no deserto e anunciava a chegada do Messias. Não cessava de chamar os homens à conversão. Insistia e os advertia para que se arrependessem e se convertessem, pois o reino de Deus estava próximo.

Alertava o povo para a proximidade da vinda do Messias e praticava um ritual de purificação corporal nas águas do rio Jordão, para simbolizar uma mudança interior de conduta e de vida.

São João Batista sempre levou uma vida humilde e correta, jamais a vaidade, o orgulho e a soberba, estiveram presentes em seus atos, os relatos evangélicos comprovam isto.

Em uma das passagens do evangelho, ele é confundido com o próprio Cristo, mas, imediatamente, retruca: "Não sou eu o Cristo, mas sou enviado adiante dele" (Jo 3, 28). Em outra passagem sacerdotes e levitas o interrogam se ele era o profeta Elias é a sua resposta é de negação “Não o sou” (Jo 1, 21). Sua humildade era tanta, que ele dizia que não era digno de desatar a correia da sandália daquele que estava por vir. (Jo 1, 27).

Quando seus discípulos hesitavam, sem saber a quem seguir, ele apontava em direção ao único caminho, demonstrando o rumo certo, ao exclamar: "Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo". (Jo 1,29).
João batizou Jesus às margens do rio Jordão, embora não quisesse fazê-lo, dizendo: "Eu é que tenho necessidade de ser batizado por ti e tu vens a mim?" (Mt 3,14).

João Batista foi preso e degolado por Herodes Antipas, por denunciar a vida imoral do governante, este havia desposado Herodíades a mulher de seu irmão Filipe. Herodíades então se voltou contra João Batista e queria matá-lo, mas não podia, porque Herodes tinha medo de João e sabendo que era homem justo e santo o protegia. E quando o ouvia, ficava confuso.

Por ocasião do aniversário de Herodes, este fez um banquete e convidou pessoas importantes da Galiléia, durante o banquete, Salomé, filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e aos presentes. Herodes encantado disse a moça: "Pede-me o que quiseres e te darei”. Salomé pediu a este, por ordem da mãe, a cabeça do profeta, que lhe foi servida numa bandeja. Assim que os discípulos de João souberam de sua morte, foram lá, pegaram o corpo e o sepultaram. (Mc 6,14-29).

São João Batista, é o único santo da Igreja Católica que a sua festa é comemorada na data de seu nascimento.

SÃO JOÃO AJUDAI-ME A FAZER PENITÊNCIA DAS MINHAS FALTAS, PARA QUE EU ME TORNE DIGNO DO PERDÃO DAQUELE QUE VÓS ANUNCIASTES COM ESTAS PALAVRAS: “EIS O CORDEIRO DE DEUS, EIS AQUELE QUE TIRA OS PECADOS DO MUNDO”.