JESUS TE CONVIDA A PASSAR UMA HORA ESPECIAL COM ELE

Para ter uma vigília de oração constante diante do Santíssimo, precisamos assegurar-nos que em cada hora haja adoradores.

Para tanto, é necessário que cada pessoa se comprometa a tomar uma determinada hora.

Desta forma, podemos organizar todas as horas da noite, de modo que sempre haja alguém com Jesus.

A sua fé na presença de Jesus lhe ajudará a crer com convicção.

Torne-se você também um adorador (a). Faça uma experiência diante de JESUS EUCARÍSTICO

“VINDE A MIM VÓS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, EU VOS ALIVIAREI” (Mt 11,28).

ALEGRAI-VOS, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

VINDE TODOS E ADOREMOS AO SALVADOR, JESUS SE FAZ PRESENTE NA SAGRADA EUCARISTIA, NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE ESTAR JUNTO A ELE. SEJA VOCÊ TAMBÉM UM ADORADOR DE JESUS CRISTO.

“A EUCARISTIA É O REMÉDIO DA IMORTALIDADE, O ANTÍDOTO CONTRA A MORTE” (Santo Inácio de Antioquia).



“A EUCARISTIA CONSISTE DE DUAS REALIDADES, A TERRENA E A CELESTE. POIS O PÃO QUE É TIRADO DA TERRA, NÃO É MAIS PÃO COMUM, UMA VEZ QUE ELE RECEBEU A INVOCAÇÃO DE DEUS E NÃO SE CORROMPE. PORTANTO, TAMBÉM NOSSOS CORPOS, QUANDO RECEBEM A EUCARISTIA, NÃO SÃO MAIS PASSÍVEIS DE CORRUPÇÃO, MAS POSSUEM A ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO PARA A ETERNIDADE”. (Santo Irineu, sec.II).

domingo, 4 de abril de 2010

PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO.


(Lc 18,32) – O Filho do homem será entregue aos gentios, escarnecerão dele, e será ultrajado e cuspido; e depois de açoitá-lo, matá-lo-ão, e ao terceiro dia ressuscitará.

Cumpre-se ao pé da letra o que Ele havia anunciado.

Devemos reconhecer no gesto de quem dá a vida por nós a expressão extrema de um amor louco pela humanidade. Devemos manifestar a nossa fé e nossa gratidão e, não encontraremos lugar mais privilegiado para contemplar a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus do que junto de Sua Mãe. Ela nos ensinará a crescer no amor por Jesus.

A eficácia da Paixão não tem fim. Vem inundando constantemente o mundo de paz, de graça, de perdão, de felicidade nas almas, de salvação. Podemos dizer de verdade: O Filho de Deus “amou-me e entregou-se por mim” (Gal 2,20). Não por nós de modo genérico, mas por mim, como se eu fosse o único.
Muito perto de Jesus está sua Mãe. Também ali está João, o mais jovem dos Apóstolos. “Quando Jesus viu sua Mãe e, perto dela, o discípulo que amava, disse à sua Mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para sua casa”. (Jo 19, 26-27).

Jesus depois de dar-se a si próprio, dá-nos agora o que mais ama na terra, o que lhe resta de precioso. Ele nos dá Maria como nossa Mãe.

“Apagam-se as luminárias do céu, e a terra fica sumida em trevas”. São perto das três, quando Jesus exclama:
“_Eli, Eli, lamma sabachtani?! Isto é: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? (Mt 27,46)

“Depois, sabendo que todas as coisas estão prestes a ser consumadas, para que se cumpra a Escritura diz”:

“_Tenho Sede (Jo 19,28)

“Os soldados embebem em vinagre uma esponja e, pondo-a numa haste de hissopo, aproximam-na da sua boca”. Jesus sorve o vinagre e exclama:
“_Tudo está consumado” (Jo 19,30)

“Rasga-se o véu do templo e a terra treme, quando o Senhor clama em voz forte”:
“_Pai, em tuas mãos encomendo o meu espírito”. (Lc 23,46)
E expira.”
“O véu do templo rasgou-se de alto a baixo” (Cfr. Mt 27,51), dando a entender que, com a morte de Cristo, ficava abolido o culto da Antiga Aliança; agora o culto agradável a Deus passava a ser tributado através da Humanidade de Cristo, que é Sacerdote e Vítima.

A tarde de sexta-feira avançava e era necessário retirar os corpos. Não podiam ficar ali no sábado; deviam estar enterrados antes de que brilhasse a primeira estrela no firmamento.

Pilatos encarregou alguns soldados de quebrarem as pernas dos ladrões a fim de que morressem mais rapidamente. Quando chegaram a Jesus e viram que já estava morto, “um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água” (Jo 19, 33).
Santo Agostinho e a tradição cristã vêem neste episódio um significado profundo, “ali abria-se a porta da vida, e dali os sacramento da Igreja, sem os quais não se entra na verdadeira vida”...(Santo Agostinho, Coment. Ao Evang. De São João, 120,2)

Maria compreende e sofre, como Corredentora. Seu Filho já não pode sentir o golpe da lança, mas Ela pode. E desse modo cumpre-se até o fim a profecia de Simeão : “Uma espada trespassará a tua alma (LC 2,35)

Não devemos esquecer nem por um só dia que Jesus está nos nossos sacrários, vivo! Mas tão indefeso como na Cruz ou como depois no sepulcro.

O corpo de Jesus jaz no sepulcro. O mundo foi envolvido pelas trevas. Maria é a única luz acesa sobre a terra.
A Mãe do Senhor – minha Mãe – e as mulheres que tinham seguido o Mestre desde a Galiléia, depois de observarem tudo atentamente, vão-se embora também. Cai a noite.

“Agora tudo passou”. Conclui-se a obra de nossa Redenção. Já somos filhos de Deus, porque Jesus morreu por nós e a sua morte nos resgatou.

“Empti enim estis pretio magno! (1 Cor 6,20), tu e eu fomos comprados por um grande preço.”
Não sabemos onde estavam os Apóstolos naquela tarde, enquanto sepultavam o corpo do Senhor. Deviam andar perdidos, desorientados e confusos, sem rumo fixo, cheios de tristeza.
Se já no domingo os vemos novamente unidos (Cfr Lc 24, 9) é porque no sábado, ou talvez na própria tarde de sexta procuraram com certeza a Virgem. Ela protegeu com a sua fé, com a sua esperança, o seu amor esta Igreja nascente, débil e assustada. Assim nasceu a Igreja: ao abrigo da nossa Mãe. “Nossa Senhora é descanso para os que trabalham, consolo para os que choram, remédio para os doentes, proto para aqueles que a tempestade maltrata, perdão para os pecadores, doce alívio para os que estão tristes, socorro para os que lhe imploram” (São João Damasceno, Homilia sobre a dormição de Nossa Senhora).

“O Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia. A Ele glória e o poder pelos séculos dos séculos.” (Cfr. Lc 24.34)

A Virgem Maria, que esteve acompanhada pelas santas mulheres nas horas terríveis da crucificação do seu Filho, não as acompanhou na preciosa tentativa de acabar de embalsamar o corpo morto de Jesus. Pois a Virgem Santíssima sabe que Ele ressuscitará. Uma tradição antiqüíssima da Igreja diz –nos que Jesus apareceu em primeiro lugar e a sós à sua Mãe. Toda a esperança na Ressurreição de Jesus que restava sobre a terra tinha-se refugiado no coração da Nossa Senhora.
“Rainha do Céu, alegrai-vos, aleluia! Porque aquele que mereceste trazer no vosso seio ressuscitou como disse, aleleuia! ...”

“Alegrai-vos”. A liturgia do tempo pascal repete-nos em mil textos diferentes essas mesmas palavras.

A origem da alegria profunda do cristão está no amor a Deus, que é nosso Pai, e no amor aos outros, com o conseqüente esquecimento próprio. Façamos o propósito de viver este tempo pascal muito unidos à Imaculada.

Fonte: Falar com Deus.
Francisco Fernãndez Carvajal.
Editora Quadrante.

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