JESUS TE CONVIDA A PASSAR UMA HORA ESPECIAL COM ELE

Para ter uma vigília de oração constante diante do Santíssimo, precisamos assegurar-nos que em cada hora haja adoradores.

Para tanto, é necessário que cada pessoa se comprometa a tomar uma determinada hora.

Desta forma, podemos organizar todas as horas da noite, de modo que sempre haja alguém com Jesus.

A sua fé na presença de Jesus lhe ajudará a crer com convicção.

Torne-se você também um adorador (a). Faça uma experiência diante de JESUS EUCARÍSTICO

“VINDE A MIM VÓS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, EU VOS ALIVIAREI” (Mt 11,28).

ALEGRAI-VOS, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

VINDE TODOS E ADOREMOS AO SALVADOR, JESUS SE FAZ PRESENTE NA SAGRADA EUCARISTIA, NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE ESTAR JUNTO A ELE. SEJA VOCÊ TAMBÉM UM ADORADOR DE JESUS CRISTO.

“A EUCARISTIA É O REMÉDIO DA IMORTALIDADE, O ANTÍDOTO CONTRA A MORTE” (Santo Inácio de Antioquia).



“A EUCARISTIA CONSISTE DE DUAS REALIDADES, A TERRENA E A CELESTE. POIS O PÃO QUE É TIRADO DA TERRA, NÃO É MAIS PÃO COMUM, UMA VEZ QUE ELE RECEBEU A INVOCAÇÃO DE DEUS E NÃO SE CORROMPE. PORTANTO, TAMBÉM NOSSOS CORPOS, QUANDO RECEBEM A EUCARISTIA, NÃO SÃO MAIS PASSÍVEIS DE CORRUPÇÃO, MAS POSSUEM A ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO PARA A ETERNIDADE”. (Santo Irineu, sec.II).

terça-feira, 23 de março de 2010

DOMINGO DE RAMOS.

O Domingo de Ramos vem de uma tradição popular do século V, em Jerusalém. O povo, na tarde do domingo fazia uma procissão solene para comemorar a entrada de Jesus na cidade. Essa celebração, apesar de não estar ligada à celebração Eucarística, foi se popularizando até que no século VII essa celebração saiu do oriente e chegou à Espanha e Gália. Somente no século XII, foi oficializada em Roma.

A Semana Santa tem início no “Domingo de Ramos”, que celebra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Tradicionalmente, os reis entravam nas cidades montados em pomposas montarias. Jesus, no entanto, para ressaltar sua humildade, entra em Jerusalém montado em um jumentinho e é reverenciado pelo povo simples que faz um tapete com ramos e com suas próprias vestes, para ver passar aquele a quem aclamam como “o que vem em nome do Senhor!” Com muita convicção, gritam: “Hosana ao Filho de Davi!”

Quantos naquela multidão tinham visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia, irmão de Marta e Maria. As pessoas estavam maravilhadas com as curas que presenciaram. Estavam certas de que Jesus era o Messias, o rei de Israel, anunciado pelos Profetas. Imaginavam que Jesus iria fazer uso de seus poderes para destronar Pilatos e re-implantar o reinado de Davi e Salomão em Israel.
Que decepção eles tiveram. Aquele que demonstrara tanto poder não tinha um exército fortemente armado, não queria a guerra e pregava a paz.
Diante dessa realidade, o povo se pergunta: “que Messias é esse? O que podemos esperar de alguém que se mostra passivo diante dos dominadores romanos que nos impõem pesados impostos e nos escravizam?”

Aquela mesma multidão que o homenageou motivada pelas curas milagrosas que presenciaram, e que tinha certeza de que seus opressores seriam massacrados agora lhe vira as costas e muitos pedem a sua morte.
Os mesmos que gritaram glória nas alturas, agora gritam com todas suas forças “Crucifica-o, crucifica-o!”

Dessa forma, o Domingo de Ramos mistura os gritos de glória da multidão, com os clamores da Paixão do Cristo. O Domingo de Ramos é para o cristão o primeiro passo na caminhada rumo à vitória, quando no Domingo da ressurreição, a morte é definitivamente vencida.
Com o Domingo de Ramos cumpre-se a profecia de Zacarias que pregava um rei messiânico pacífico (Zc 9,9): “Dance de alegria, cidade de Sião; grite de alegria, cidade de Jerusalém, pois agora o seu rei está chegando, justo e vitorioso. Ele é pobre, vem montado num jumento.”

Por Jorge Lorente
jorgelorente@ig.com.br - (março/2010)

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